

Ser do Vitória é ter um ADN muito próprio e, quando a alma vitoriana é colocada em campo, mesmo quando os momentos de jogo são desfavoráveis, os resultados acabam por tornar-se num reflexo do que é a mística de ser conquistador.
Em Leiria, ontem, diante o Sporting, os vitorianos procederam à quarta cambalhota no marcador na presente temporada. Ao resultado desfavorável (1-0), Alioune Ndoye, no período de compensação, bisou e conduziu o emblema do rei à final da Taça da Liga. Na mesma competição e no Dragão, diante o FC Porto, os vitorianos transformaram um resultado adverso (1-0) num triunfo robusto (1-3), com golos de Nelson Oliveira, Samu e Oumar Camara.
Na Liga, esteve a perder em casa com o Estoril, deu a volta ao resultado e ainda teve forças para chegar ao sucesso, mesmo quando os canarinhos empataram. Diante o Santa Clara, ao golo madrugador de Vinicius, o Vitória chegou à felicidade já na reta final do jogo, com golos de Ndoye (73m ) e Samu (78m).