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Luís Pinto, treinador do Vitória, foi objetivo na antevisão ao jogo com o Nacional da Madeira, agendado para amanhã (20h45), relativo à 17ª jornada da Liga.
“Primeiro, quero estragar ao aniversário ao Tiago Margarido, que faz anos amanhã. É uma equipa que tem sido sempre muito capaz de disputar os jogos e que deixa os resultados sempre em aberto até ao final. É uma equipa forte nas bolas paradas e no ataque à profundidade, e com uma organização defensiva muito interessante. Vai obrigar-nos a estar muito focados na nossa forma de estar em campo. Sabemos os caminhos que queremos fechar e os caminhos que queremos percorrer”, disse.
“Do ponto de vista ofensivo, vai exigir a capacidade de encontrar espaços dentro da estrutura adversária. E ter maior critério do que o que tivemos no último jogo, essencialmente na primeira parte. Conseguimos ter muitas coisas boas a construir, mas depois faltou critério para decidir bem. E consistência nos nossos comportamentos. Na segunda parte, faltou critério em vários momentos, quer na primeira fase de construção, quer depois no último terço. Temos de ser capazes de dar ao jogo aquilo que nós queremos. Nesse sentido, o jogo da manhã será, principalmente, um jogo que nos vai desafiar a nós enquanto equipa”.
O treinador vitoriano reconheceu ainda a escassez de golos. “A equipa está mais consistente, mais conhecedora e mais madura. Mas precisamos e queremos criar mais perigo. Estamos identificados com isso e os números traduzem isso. Gostávamos de ter mais golos marcados e mais oportunidades. Mas somos capazes de melhorar e acreditamos muito no que trabalhamos”, confessou.
Beni Mukendi, após presença na CAN, poderá fazer parte das opões.