

Rui Rodrigues realizou a sua primeira sessão de campanha em Serzedelo e reiterou algumas ideias. “Não somos uma lista de continuidade, somos uma cista de evolução. A continuidade faz igual. A evolução sabe o que não correu bem e melhora”, disse o candidato e ainda vice-presidente, citado pela sua assessoria.
Rui Rodrigues garante ambição dentro de campo e elogia a formação. “Não abrimos mão da ambição desportiva, mas também não prescindimos da solidez financeira. Cabe ao presidente assegurar esse equilíbrio em permanência. O Vitória tem de lutar sempre pelos lugares cimeiros do campeonato. Esse é o nosso patamar”, assumiu.
“A formação continua a ser a base de tudo e os resultados já se fazem sentir. Temos um atleta que neste final de época já gerou um bom encaixe financeiro para o clube e um conjunto de talentos com mútiplas propostas em cima da mesa. Isso não é coincidência, é o reconhecimento de que o Vitória é um formador de excelência. Este caminho tem de continuar, porque a formação é um dos pilares do equilíbrio do clube, desportivo e financeiro”, lembrou.
O candidato recordou a conquista da Taça da Liga, mas esse sucesso não pode limpar a má classificação da Liga. “O Vitória ganhou a Taça da Liga, o terceiro troféu nacional em quase 104 anos de história. Ganhou numa final ao nosso maior rival, depois de eliminar o Porto e o Sporting. Não podemos deixar que esse momento seja apagado. Mas sermos honestos também significa reconhecer que o campeonato ficou aquém do que o Vitória tem por obrigação exigir a si próprio. Uma Taça da Liga não nos basta. O nosso lugar é a lutar pelos lugares cimeiros da liga. É isso que nos permite crescer, ambicionar mais e alcançar os objetivos que este clube merece”.