

O Vitória venceu o Nacional pela margem mínima, num resultado escasso para a produção ofensiva apresentada. Ao golo madrugador de Gustavo Silva, os conquistadores dispuseram de soberanas ocasiões para ampliar o marcador no primeiro tempo, mas o desperdício acompanhou a equipa e, no descanso, o resultado acabou por ser lisonjeiro para os madeirenses.
O segundo tempo até começou com uma soberana ocasião. Miguel Nogueira foi derrubado dentro da grande área e Samu assumiu a responsabilidade. Porém, no duelo com Renato Marín, o capitão permitiu a defesa ao guarda-redes.
O Nacional arriscou um pouco mais e foi-se aproximando da baliza vitoriana. Teve algumas ocasiões e criou alguns calafrios, mas a equipa de Tiago Margarido teve sempre o jogo controlado, teve ocasiões para sentenciar a partida, mas o desperdício foi o principal pecado da grande exibição do Vitória diante os insulares.