

O Vitória recebe amanhã a formação do Arouca e com a certeza que alguns aspetos terão de estar presentes em campo para regressar aos triunfos.
“Temos de evoluir e não podemos ficar presos a um acontecimento que não queríamos, mas que aconteceu”, disse.
“Temos de ser mais consistentes no que fizemos de bem e evitar ao máximo os erros não forçados que tivemos na segunda parte”, acrescentou.
O adversário está identificado e Luís Pinto garante um coletivo preparado para qualquer adversidade. “É uma equipa com jogadores que interpretam muito bem as ideias do Vasco, um treinador que gosta muito de colocar as equipas ofensivamente a ter um jogo muito fluído e dinâmico. Esperamos um Arouca que queira ser protagonista e assumir o jogo. E esperamos também um Arouca que queira tentar vir a jogar a nossa casa com alguma insatisfação que existiu na segunda parte do último jogo. Temos de estar preparados para isso”, lembrou.
Os adeptos não gostaram do jogo em Moreira de Cónegos e evidenciaram o seu descontentamento. A solução é simples.
“Para esperarmos uma reação diferente dos nossos adeptos, temos de ter a capacidade de mostrar dentro de campo e impulsionar e colocar os adeptos do nosso lado. Obviamente que ninguém gosta de ser alvo de reações desagradáveis, mas os responsáveis por essa mesma reação fomos nós. Temos de ser nós a querer e a fazer com que eles nos apoiem e sintam orgulho na equipa que está a jogar. Sentimos isso na primeira parte do último jogo. Quando a nossa dedicação foi máxima, quando tivemos mentalmente no jogo e capazes no jogo, sentimos que houve apoio e entusiasmo de toda a gente. Quando sofremos o primeiro golo, confesso que não senti animosidade. Quando sofremos o segundo, que foi logo a seguir, aí já sentimos alguma coisa. Com a incapacidade de respondermos, aí sentimos mais as manifestações de desagrado. O nosso trabalho é focar no que temos de fazer, dar e deixar tudo em campo e representar o Vitória com orgulho e vontade. É isso que temos de fazer.
Sobre o mercado e ao fato de Tomás Handel estar a ser associado ao CSKA Moscovo, o treinador deixou apenas uma garantia.
“Não posso dizer muito. Não posso e permita-me que não o devo fazer. O que sei é que os jogadores que entrarem vão estar com a cabeça aqui a determinados a lutarem pelos três pontos. Tudo o resto, será resolvido quando tiver de ser resolvido”.