

Luís Pinto entra na história do Vitória pela conquista da Taça da Liga e diante o eterno rival. “Tem um sabor muito grande, o sabor pelo respeito de representar o Vitória. Era mais do que um título, apesar de ser o terceiro troféu na história do clube, é contra o eterno rival. Tinha um peso muito diferente. O sabor é de felicidade, ser especial e deixámos felizes pessoas que nem sequer conhecemos. É um sentimento de dever cumprido”, reconheceu.
“Só com uma união muito forte é que poderíamos ter sucesso. Tem sido um pouco esse o nosso ADN. Sentimos que havia momentos em que estávamos por baixo do jogo. Nesses momentos, conseguimos quase sempre ter o discernimento que não era o fim do mundo e tínhamos de nos unir, correr bastante e isso foi essencial. Um projeto corajoso, que aposta em gente jovem desde a equipa técnica aos jogadores”.