

O Vitória recebe, amanhã (18h00, Sport tv1), o Estrela da Amadora. A nove pontos dos lugares desejados, Luís Pinto reconhece que a margem de erro é menor.
“Isso é matemática. Isso é olhar para o calendário e perceber quantos jogos faltam, quantos pontos estão em disputa, qual a diferença de pontos para os lugares pretendidos. Claro que sim, a margem é menor”, disse.
O treinador vitoriano insiste na necessidade de a equipa ser mais regular nos 90 minutos de jogo. “Eu espero, acima de tudo, a capacidade de sermos consistentes durante mais tempo, durante diferentes situações no jogo. Percebemos que a nossa capacidade, a nossa concentração, de estarmos ligados em qualquer momento do jogo, é algo que nós temos de responder e temos de dar esse passo em frente”, adiantou.
Questionado sobre o que pode fazer a diferença no jogo de amanhã, o treinador foi claro no discurso:
“Um foco muito grande em competirmos, e competirmos de uma forma em que nós fazemos isso por nós, por aquilo que queremos ser enquanto pessoas, por aquilo que queremos ser ao representar um clube como o Vitória. Só o facto de estarmos num clube como o Vitória tem de fazer de nós pessoas famintas por competição. Competir é a essência do futebol, é a essência dos desportos, sejam eles coletivos ou individuais. Num clube como o Vitória, isso ainda tem de estar mais presente”, assumiu
O treinador elogiou a nova versão do Estrela da Amadora, mas é claro no que será essencial para o jogo.
“O João, desde que chegou ao Estrela, tem feito um trabalho fantástico. É um Estrela diferente, mas aquilo que é o nosso foco mesmo é que nós tenhamos a capacidade de ver um Vitória igual a si mesmo, mas ao longo do jogo todo. Queremos ser capazes de sermos a melhor versão de nós mesmos ao longo do tempo todo”, reforçou.
João Mendes e Ndoye recuperaram e podem ser opções. Gonçalo Nogueira recupera de uma amigdalite e está em dúvida.