

A Lista D, encabeçada por Rui Rodrigues, esclareceu, na sede dos 20 Arautos, a posição do Vitória na questão da proposta da Centralização dos Direitos Televisivos, proposta essa aprovada na Assembleia Geral da Liga.
“Pelos vistos, é preciso clarificar os sócios do Vitória SC. Não existiam duas propostas para votar na Assembleia Geral da Liga de hoje, uma vez que a proposta do CD Nacional não recolheu um único voto para ser incluída na agenda para votação”, começou por dizer.
“O Vitória não se limitou a aceitar um documento, foi o clube que exigiu e garantiu alterações estruturais à proposta da Liga que protegem os nossos interesses específicos, pois a proposta inicial beneficiava estádios pequenos com taxas de ocupação artificialmente altas. O Vitória impôs que o critério passasse a ser o número real de assistências e as audiências televisivas, onde a nossa massa associativa nos coloca no topo do futebol nacional”, acrescentou.
E prosseguiu. “Bloquear o futebol português a uma década de um modelo estático seria um erro. Conseguimos também reduzir o prazo de revisão para metade do tempo. Daqui a cinco anos, o modelo será obrigatoriamente reavaliado. O Vitória, tal como a esmagadora maioria dos clubes, percebeu que esta é uma primeira fase para termos no futuro uma distribuição ainda mais equitativa”.